quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O SUICÍDIO-MASSACRE DA GUIANA, JIM JONES E O TEMPLO DO POVO

Quando as autoridades americanas e soldados chegaram a Jonestown, três dias depois do suicídio em massa, o cenário não podia ser mais terrível. Dante Alighieri teria ficado impressionado com a visão do Inferno que se transformou a bucólica colônia agrária do reverendo Jim Jones. Cerca de nove centenas de corpos, entre homens, mulheres e crianças, em estado de putrefação, se espalhavam por toda parte. A maioria encontrava-se estendido pelo chão, fora das casas, com o rosto voltado para a terra. Muitas famílias estavam unidas num derradeiro abraço da morte. Vários corpos já tinham sido mutilados, tendo seus pedaços arrancados por famintos animais selvagens. Jim Jones que se dizia o herdeiro de Cristo e de Lênin, deixara a vida como a verdadeira imagem do Diabo.





QUEM FOI JIM JONES?
James Warren Jones, quando criança chamado de Jonesie, nasceu em Lynn no estado de Indiana – EUA. Filho de um ferroviário que lutara na Primeira Guerra mundial e uma dona de casa. Sua cidade natal não lhe dera bons exemplos, Lynn sofria grande influência da Ku Klux Klan, a qual seu pai era seguidor leal. Em Lynn praticamente não existiam negros. Segundo o próprio Jones, “havia uma lei tácita de que os negros não podiam deixar que o Sol se pusesse sobre suas cabeças”. Falando sobre si Jim Jones afirmou que sua vocação para ajudar as pessoas começou quando ele ainda estava na primeira série do primário; nesta ocasião teria travado um diálogo com um vagabundo que parara próximo de sua casa e vendo que o mesmo estava sem esperança e quase desistindo da vida, se dispôs a ajudá-lo. Com o auxílio de sua mãe, Sra. Lynetta Jones, conseguiu-lhe roupas, deu-lhe comida e finalmente arranjou-lhe um trabalho. Jones casou-se aos 18 anos com uma enfermeira, Marceline Baldwin, logo após sair da escola secundária; ainda titubiando entre seguir a carreira médica e clerical. Estudou para ser pastor em Indianápolis e aos 21 anos abriu uma pequena igreja ecumênica em 1953, a Assembléia Cristã da Igreja de Deus. Dez anos mais tarde mudou o nome da igreja para Igreja do Evangelho do Templo de Deus. O casal terminou com oito filhos, sendo sete adotivos entre eles um negro e um coreano.

Aos trinta anos, quando o “Movimento” dos negros nos Estados Unidos começava a ganhar muita força, Jones foi nomeado diretor da Comissão de Direitos Humanos de Indianápolis. Rapidamente seu prestígio crescia divulgando-se na imprensa. Cada vez mais o jovem pastor angariava influência no meio político, civil e religioso. Recrutava negros para a sua igreja, pregando igualdade racial e discursava sobre direitos civis, além de distribuir refeições para os necessitados.

Durante os anos de 1961 a 1963, Jim Jones mudou radicalmente sua forma de vida, optando por um estilo missionário. Mudou-se para Belo Horizonte, no Brasil, onde organizou orfanatos e uma missão religiosa.

De volta a sua terra natal, em 1964 foi ordenado ministro da Igreja Cristã, uma seita importante, com cerca de um milhão e 300 mil seguidores.

O reverendo apresentou um grande tino para negócios. Divulgando a possibilidade de holocausto nuclear, apontou a cidade de Ukiah, no norte da California, e de Belo Horizonte, no Brasil, como os lugares que estariam a salvo da radiação. Em Ukiah comprou uma igreja e alguns terrenos. A partir daí estendeu sua influência para San Francisco e Los Angeles, angariando mais adeptos. Destas cidades organizava excursões para sua terra prometida (Ukiah) que lhe rendiam milhares de dólares a cada final de semana. Mas não eram só as excursões que faziam a renda de Jones crescer, segundo ex-membros da seita, ele sistematicamente espoliava os bens de seus fiéis, além de arrecadar constantes contribuições de seu público. Só em cheque de Assistência Social o Templo do Povo arrecadava 65 mil dólares por mês. Os fiéis deveriam contribuir inicialmente com um quarto de seu salário, depois 40% e, finalmente, entregavam tudo o que possuíam. O dinheiro era tão farto que teve que ser distribuído em 15 contas separadas. Também, segundo afirmações de ex-seguidores, possuía cerca de 10 milhões de dólares em contas na Europa, Guiana e California. Depois do suicídio em massa na Guiana, encontrou-se centenas de milhares de dólares em dinheiro e cheques junto ao cadáver de Jones.

Em 1971 Jones comprou uma antiga sinagoga em San Francisco e uma segunda igreja em Los Angeles. As obras de benefício de Jones atraíam a imprensa nacional e sua fama crescia cada vez mais.

Em 1973 Jones enviou a Guiana uma expedição a fim de encontrar o lugar para criação de sua colônia agrícola para os jovens dos guetos. Em 1974, negociou com o governo da Guiana o arrendamento de 27 mil acres na selva, ao norte da pequena cidade de Porto Kaituma. Por esta época havia ocorrido um incêndio na igreja de San Francisco e Jim Jones havia desenvolvido um sentimento de perseguição por forças malignas nos Estados Unidos, as quais supunha pretenderem destruir a vida de sua igreja.

Ao mesmo tempo começaram a aparecer os primeiros dissidentes da seita, que o acusavam não só de tê-los espoliado materialmente, mas também, aproveitando-se de uma terrível dependência emocional e verdadeira servidão religiosa, subtraía-lhes os entes queridos. Filhos, irmãos e irmãs simplesmente davam as costas para seus familiares e seguiam cegamente o reverendo Jones. Além destas acusações apareciam outras ligadas à exploração sexual, inclusive homossexual, as quais eram agendadas por sua secretária. Em contrapartida o ato sexual era terrivelmente condenado por Jones entre os seus discípulos, muitas das vezes até entre os casados. Além de tudo, não faltavam às muitas denúncias de espancamento e humilhação, aplicados como pena em sua seita.

Em 1976 iniciou o processo de Grace e Tim Stoen contra Jones, acusando-o de aproveitar-se do momento de insanidade do casal enquanto seguiam cegamente as suas orientações, fazendo com que eles dessem legalmente para o reverendo a guarda de seu filho, John-John. Neste momento, livres do pesadelo, queriam seu filho de volta. De fato, Jones criava John-John como seu próprio filho e, talvez, o preferido. A um repórter chegou a dizer que na verdade John-John era seu filho natural, pois Tim Stoen o havia pedido para que tivesse relações sexuais com sua esposa e ele aceitou, por achar que isso os faria bem.

Criou-se na California a associação dos “Parentes Preocupados”, que tinha como objetivo denunciar as manipulações de Jones, além de maus tratos (seções de espancamentos), cárcere privado e alienação de seus seguidores.

Em junho de 1977, Jim Jones mudou-se com toda a sua família para a colônia agrícola da Guiana, Jonestown. Ele acreditava que o isolamento na selva faria com que ficasse livre de seus inimigos nos Estados Unidos. Aliás, procurou manter uma certa aproximação com o governo da Guiana, a fim de que lhe fosse garantido o apoio político deste país.

Nos Estados Unidos o deputado Leo J. Ryan, da California, assumiu a liderança nas investigações sobre as denúncias dos “Parentes Preocupados”, iniciando uma cruzada contra Jones a fim de obter permissão para uma comissão de investigação sobre o caso.



O SUICÍDIO-MASSACRE
O deputado Ryan da California conseguiu em fins de 1978 a autorização do Governo dos Estados Unidos para empreender uma investigação profunda sobre as denúncias dos “Parentes Preocupados”. Desta maneira ele organizou uma comissão para ir à Guiana, levando consigo repórteres e alguns dos "parentes preocupados", que tinham a intenção de convencer seus familiares a deixarem de lado as pregações apocalípticas de Jim Jones e retornarem aos Estados Unidos.

Depois de passarem em Trinidad-Tobago chegaram a Georgetown, capital da Guiana. Após dois dias de preparativos e negociações com as autoridades guianesas e representantes do Templo do Povo, finalmente o deputado Ryan e sua comitiva seguiram, no dia 17 de novembro, para Jonestown, a colônia agrícola de Jones. Percorreram um trecho de uma hora, saindo do aeroporto Timehri, em Georgetown, até a pequena pista de pouso de Porto Kaituma, de onde seguiriam de caminhão por uma estrada lamacenta até a colônia.

A visita começou já no início da noite e variou com o humor de Jones, desde uma calorosa recepção, com comidas e músicas, até literalmente a expulsão da comitiva no final da noite, tendo eles que regressar no mesmo caminhão para o vilarejo de Porto Kaituma, onde foram hospedados numa velha discoteca, cujo dono havia sido convencido a deixá-los passar a noite dormindo no chão.

No dia seguinte, 18 de novembro, retornaram para nova visita às instalações de Jonestown. Esta visita foi marcada pela tensão, pois o deputado Ryan insistia em levar consigo os seguidores que desejavam desistir da seita. Apenas no final da tarde a proposta foi aceita por Jim Jones, mas com as observações que os desertores sempre o traíam ao sair e inventavam terríveis mentiras sobre ele e o Tempo do Povo.

À medida que se aproximava a hora da partida, e já estando confirmadas dez deserções, a tensão aumentara ao ponto de um seguidor de Jones tentar assassinar o deputado Ryan com uma faca. Ryan escapou do atentado graças a investida de um membro da comitiva, Mark Lane, sobre o agressor; sendo este o único ferido com a faca. Decidiram partir imediatamente pois em breve estaria escuro, e o clima de tensão sugeria que algo muito grave estaria para acontecer. Embarcaram um total de 16 pessoas no caminhão para seguirem até a pequena pista de Porto Kaituma.

Chegaram à pista por volta das 16:25h. Estavam decidindo a divisão dos passageiros entre os aviões, que já os esperavam, quando da outra extremidade da pista surgiram, a uma distância de 300 metros, um caminhão basculante e um trator puxando uma pequena carreta, vindos da colônia de Jonestown. Isto já indicava que haveria um grave conflito. O avião menor começou a taxiar e neste momento os ocupantes das viaturas de Jonestown iniciaram o tiroteio. Uma parte da comitiva conseguiu escapar por ter fugido para a mata próxima, mas o rápido ataque deixou cinco mortos, entre eles estava o deputado Leo J. Ryan. Outros três ficaram gravemente feridos. Enquanto ocorria o ataque à comitiva, Jones dava início ao macabro ritual de suicídio coletivo, ou "suicídio revolucionário" como ele pregara diversas vezes durante os vários treinamentos anteriores os quais chamava de Noite Branca.


Segundo o relato dos sobreviventes, Jim Jones mandou que todos os seguidores fossem ao pavilhão de reuniões, dispondo seus guardas armados ao redor da população para evitar que houvesse fuga. Explicou incansavelmente que estava tudo perdido e que em poucos minutos uma força militar guianesa estaria na colônia para prendê-los e lhes infringirem os mais terríveis castigos, inclusive nas crianças e velhos, e que todos deveriam morrer com dignidade tomando a poção que seu médico preparara, uma mistura de suco de uva com cianureto e tranquilizante. Para garantir o comprometimento dos adultos o sacrifício foi iniciado com as crianças, nas quais a dose de veneno era injetada na boca, deixando-os sem qualquer opção. Os adultos seguiam em filas para receberem (alegremente, como narra um dos sobreviventes) suas doses de veneno. Quando muitos começaram a cair, se contorcendo, espumando pela boca e sangrando pelas narinas, houve um momento de sanidade que ocasionou certo pânico entre os seguidores. Alguns tentaram fugir, mas foram detidos pelos tiros dos guardas de Jones. Outros poucos seguidores conseguiram fugir pela selva, ficando centenas de cadáveres espalhados pelo chão. No final o reverendo Jim Jones suicidou-se com um tiro na cabeça. Após a contagem final dos corpos verificou-se um total de 913 cadáveres. Chegava ao fim as promessas de uma sociedade igualitária religiosa-socialista do Templo do Povo.

No altar, sobre o trono do reverendo Jim Jones havia uma placa com uma mensagem que bem pode ficar de lição para a humanidade: AQUELES QUE NÃO LEMBRAM O PASSADO ESTÃO CONDENADOS A REPETÍ-LO.

25 comentários:

  1. Parceria ??? Planeta Ciência : http://thyago-ovnis.blogspot.com/
    Não ligue sobre o link , é que eu escrevi desse jeito , mas na verdade é sobre ciência !!!
    Por Favor , responda em meu blog.
    Desde já , agradeço,
    Thyago

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  2. Lamentável. Incrivel como tantas pessoas se deixam levar pela loucura de um único homem.
    Precisamos conhecer mais a Deus e a sua proposta de salvação para que não sejamos seduzidos pelo destruidor que só veio para matar roubar e destruir.

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  3. isso era um cara doente

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  4. fiquem de olho em promessas de algumas igrejas, Deus prega o amor não o ódio e o preconceito,

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  5. Como eu costumo dizer, a história sempre se repete: agora aparece esta ceita do 666 e um cara dizendo-se "jesus cristo homem". Alguém tem dúvida que isto vai dar ruim!

    felipe J r de Azevedo

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  6. O pior e que estamos vendo isso se repetindo constantemente. A maioria querendo conhecer a "Deus", enfiam os pes pelas maos. E incrivel como as pessoas tem dificuldades de amar a si mesmos. Ha que ter bom senso e cair na real!!!

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    1. É verdade! Conhecer a Deus é conhecer a si mesmo. Só dessa forma não somos levados às manipulações de falsos profetas.

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  7. O pior de ver um cara tão doente agir é saber que ele arrasta um monte de imbecis junto.

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  8. Parece até um história de ficção, tanta crueldade e tanta insanidade. Não acredito que existiu e ainda e existem pessoas assim e, que ele ainda encontrou seguidores. Por uma carência de fé e pouco conhecimento, pessoas cavam seu próprio tumulo, como essas pessoas que morreram. O que ele deixou com toda essa monstruosidade, foi a única frase que podemos usa-lá atualmente, como exemplo que deixamos o esquecimento falar mais alto, e, isso não pode acontecer.
    "AQUELES QUE NÃO LEMBRAM O PASSADO ESTÃO CONDENADOS A REPETI-LÓS."

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  9. Este triste acontecimento, nos revela como muitas pessoas podem ser facilmente manipuladas. Através da Bíblia Jesus nos diz: ¨Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará¨. Quem lê e medita na Palavra de Deus, não se deixa ser enganado por esses falsos profetas, porque a própria Bíblia já nos revela e nos orienta para termos cuidado com os mesmos. Todas essas pessoas foram enganadas, porque não liam e não meditavam na Palavra de Deus. Este homem era um falso pastor, porque em um dos cultos desta falsa igreja, jogou a Bíblia e se intitulava o próprio deus. Só existe um caminho para a salvação da alma do homem e só um mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo. Aceitar Jesus não significa ser religioso, porque o próprio Jesus já falava contra os religiosos da época, que eram os escribas e fariseus. Nenhuma religião leva a Deus, mas somente Jesus, como diz a Bíblia em João cap 14.6:¨Disse-lhe Jesus; Eu sou o caminho e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim¨. O sacrfício de Jesus na cruz foi por mim, foi por você, foi por toda a humanidade. É só você se desprender de seu orgulho, se arrepender, confessar que você é um pecador e aceitar a Jesus como seu único e suficiente salvador. Se você quer paz na sua vida , deixe que Jesus, o Príncipe da Paz, tome conta da vida que Deus lhe deu.

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  10. Ainda hoje existe a ingênua atração de muitas pessoas por líderes como Jones,alguns se auto nomeando xamã ,profetizando e ministrando cursos,afirmando, que viveu 150 dias sem beber água ou qualquer tipo de líquido,sem comer comida ou qualquer forma de matéria.Vivendo exclusivamente do fóton que entrava pelos seus olhos e do prana que entrava pela sua respiração...O ser humano tem a capacidade de escolher, o que o difere dos outros animais, que vivem de instinto,mas até os bichos sabem fazer a escolha certa quando percebem um lobo em pele de cordeiro...então porque ainda hoje tantos seres humanos escolhem unir-se a uma pessoa extremamente obsessiva , de mente doentia?!Fica aqui o alerta aos que se encantam e são seduzidos pelo poder da palavra de homens que vendem a "felicidade"interior com tanta veemência e "verdade".Esta situação de fanatismo irá existir enquanto pessoas desejarem seguir ilusões de um mundo encantado e sedutor,uma janela para o céu,ditado e "vivenciado"por uma pessoa totalmente desequilibrada,alienada e irresponsável com o que diz e faz.Não sejamos "robozinhos"repetindo palavras insanas e incoerentes.No meio ao medo e no desespero de tantos conflitos internos,não vamos nos entregar à escolhas perturbadoras a nossa essência evolutiva espiritual ,que não se baseia com certeza em maceração do corpo e nem em falta de autonomia deixando-se guiar por falsos conhecedores da alma humana nos mostrando a "janela"do conhecimento.

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    1. Pois,e o pior que essas pessoas ate comesa da maneira certa procurando agradar a Deus mas com o tempo fica sego pela ganância de ganhar dinheiro comesar a comercializar a fe então a dendencia e só piorar e perder a noção do certo e errado .

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  11. Um relato muito bom. Estou justamente pesquisando sobre homens insanos que conseguiram fazer adeptos, causando grandes absurdos. Foquei em Hitler, Jim Jones e mesmo em Charles Manson. Todos assassinos, com problemas na infância que lhes deixou um legado de ódio, desejo pelo poder e dinheiro. Eles foram movidos por isso e enganaram muitos. Como vejo acontecer hoje. Outros monstros surgirão e continuarão a ter adeptos. Creio que relatar e recordar histórias como essa não é sensacionalismo e sim, um aviso aos que embarcam nas viagens dos insanos.

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  12. E preciso que fiquemos atentos a certas propostas que igrejas seitas seja o que for nós prometa
    Deus e amor e justiça, tirar benefícios materiais da fé não condiz dos ensinamentos de jesus.
    temos que procurar seguir a grande máxima do cristo AMAR O PROXIMO COMO A NÓS MESMO
    fiquemos de olhos abertos para não deixarmos essa mesma história se repetir, visto que tem muitos insanos por ai usando o nome de Deus para iludir enganar, conheçamos a verdade e ela nos libertará
    nem todo aquele que de diz senhor senhor entrará no reino dos céus.
    procuremos construir o céu dentro de nós mesmo e em nosso coração encontrar Deus
    paz a todos nós!!!!

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  13. E eu me lembro, todos ficaram pasmos com esse louco, no outro ano eu ia para a faculdade

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  14. assustador tudo isso
    e olharmos bem , as coisas estão se repetindo
    a igreja universal do reino de Deus está crescendo cada vez , talvez o Macedo haja de outra forma, mais e as praticas que a IURD usa e muito duvidosa, e milhares de pessoas estão se deixando se levar, tomemos muito cuidados com essas seitas que prometem o reino de céu através de pagamento de dinheiro.

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  15. TEM MUITA IGREJA FAZENDO O MESMO HOJE, NÃO TIRA A VIDA ,MAS TIRA A LIBERDADE, O DIREITO DE VIVER EM TROCA DE DINHEIRO. FAZ CORRENTE, FOGUEIRA SANTA E TAPEIA O POVO EM NOME DA FÉ; ENRIQUECE E DESTRÓI O SER HUMANO. ACORDE CRISTÃO!

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  16. Acabei de assistir ao trabalho do diretor Tim West, The Sacrament (O último Sacramento) que recria em uma ficção essa terrível história real.

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    1. O filme apresenta uma historia mais amena sobre o que aconteceu.

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    2. com certeza o filme conta a historia bem mais fraca do que aconteceu na verdade,mas fica a dica,Deus e amor e os falsos profetas ja estao por ai,a paz do Senhor estejam com vs,Amem

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  17. História sinistra, filme sinistro. Quanto fanatismo e loucura desse povo. Tudo isso sobre a manobra do enviado do mau.

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  18. CASTIGOS NA VISÃO ESPIRITA

    Os Espíritos maus, egoístas e duros, logo após a morte, são entregues a uma dúvida cruel sobre o seu destino presente e futuro. Olham em torno de si e, a princípio, não vêem nenhum assunto sobre o qual possam exercer a sua influência má e o desespero se apodera deles, porque o isolamento e a inação são intoleráveis para os maus Espíritos.

    Não levantam o olhar para os lugares habitados pelos puros Espíritos; consideram o que os cerca, e em breve, tocados pelo abatimento dos Espíritos fracos e punidos, lançam-se a eles como a uma presa, armando-se com a lembrança de suas faltas passadas, freqüentemente reveladas por seus gestos irrisórios.

    Não lhes bastando esta zombaria, caem sobre a Terra como abutres esfaimados; procuram entre os homens a alma que dará mais fácil acesso às suas tentações: delas se apoderam, exaltam-lhe a cobiça, procuram extinguir a fé em Deus e quando, enfim, donos de sua consciência vêem a presa dominada, estendem sobre tudo o que se aproxima de sua vítima o contágio fatal.

    O Espírito mau que dá vazão à sua raiva é quase feliz; apenas sofre nos momentos em que não age ou quando o bem triunfa sobre o mal.

    Entretanto, passam os séculos; o mau Espírito sente-se de súbito invadido pelas trevas. Aperta-se o seu círculo de ação, sua consciência, até então muda lhe faz sentir as pontas aceradas do arrependimento.

    Inativo, arrastado no turbilhão, vaga, sentindo, como diz a Escritura, o pêlo de sua carne se eriçar de pavor; em breve um grande vazio se faz nele e ao seu redor; chegado o momento, deve expiar; lá está, ameaçadora, a reencarnação; ele vê, como numa miragem, as provas terríveis que o esperam; quereria recuar, mas avança e, precipitado no abismo escancarado da vida, rola apavorado até que o véu do desconhecimento lhe cai sobre os olhos.
    Vive, age, ainda culpado; sente em si não sei que lembrança inquieta, que pressentimentos que o fazem tremer, mas não fazem recuar no caminho do mal. Esgotado de forças e de crimes, vai morrer. Estendido sobre o catre ou sobre o leito, que importa! o homem culpado sente, sob aparente imobilidade, mover-se e viver um mundo de sensações esquecidas! Sob as pálpebras fechadas, vê surgir um clarão, ouvir sons estranhos; sua alma, que vai deixar o corpo, agita-se impaciente, enquanto as mãos crispadas procuram agarrar-se aos lençóis; quereria falar, gritar aos que o cercam: Segurem-me! vejo o castigo! Não pode: a morte se fixa sobre os lábios descorados, e os assistentes dizem: Ei-lo em paz!

    Entretanto, ouve tudo; flutua ao redor do corpo que não quer abandonar; uma força secreta o atrai; vê, reconhece o que já viu. Transtornado, lança-se no espaço, onde quer esconder-se. Não há mais retiro! Não há mais repouso! Outros Espíritos lhe devolvem o mal que ele fez e, castigado, ridicularizado, confuso por sua vez, ele erra e errará até que o divino clarão deslize sobre seu endurecimento e o esclareça, para lhe mostrar o Deus vingador, o Deus triunfante de todo o mal, que ele só poderá apaziguar à força de gemidos e expiações.

    (Espírito Georges - R. E. 1860).

    Obs.: Nunca foi esboçado um quadro mais eloqüente, mais terrível e mais verdadeiro da sorte do mau. É então necessário recorrer à fantasmagoria das chamas e das torturas físicas? ( A. K. ).

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  19. O Senhor Jesus Cristo disse que surgiriam falsos profetas quando o fim estivesse próximo. É o que estamos vendo< inclusive no Brasil.

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  20. Suponho que, desta vez, ele acertou, porque, principalmente depois da coisa nefasta e tresloucada daquele louco que se chamou Tom Jones, logo depois, começaram a surgir falsos profetas, surgindo, então coisas como, por exemplo, igreja disto, igreja daquilo, igreja do acolá, etc, etc,... Todas elas a se valer da boa fé e ignorância do nosso povo. Deve ter sido por isso que engendraram e sempre manipularam a lenda : " Livrai - nos do Mal.

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